DISC e MBTI são as duas ferramentas de análise comportamental mais usadas no RH brasileiro.
Você já ficou na dúvida entre aplicar um teste DISC ou um MBTI na sua empresa? Não é só você. Essas são as duas ferramentas de análise comportamental mais usadas no RH brasileiro — e boa parte dos profissionais acaba escolhendo uma delas sem entender de verdade o que diferencia as duas, ou de onde elas realmente vêm.
Essa confusão custa caro: escolher a ferramenta errada pra um processo seletivo ou pra um programa de liderança pode significar dados que não respondem à pergunta que você precisa responder. Neste artigo, você vai entender o que é cada metodologia, a raiz teórica que conecta as duas e como escolher — ou combinar — a ferramenta certa pro seu contexto.
O que é o DISC?
Metodologia criada pelo psicólogo William Moulton Marston, que mapeia o comportamento em quatro dimensões: Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade. Rápido de aplicar e direto ao ponto — por isso é queridinho do RH em recrutamento, formação de times e liderança.
Já exploramos os 4 perfis aqui →O que é o MBTI?
Inventário de personalidade que classifica as pessoas em 16 tipos, combinando quatro pares de preferências: extroversão/introversão, sensação/intuição, pensamento/sentimento e julgamento/percepção.
O MBTI não nasceu do zero: foi desenvolvido por Katharine Cook Briggs e sua filha Isabel Briggs Myers a partir de Tipos Psicológicos, do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1921).
Jung propôs que as pessoas têm preferências psicológicas inatas — formas características de perceber o mundo e tomar decisões — e Briggs e Myers transformaram essa teoria num instrumento aplicável, hoje amplamente usado em psicologia organizacional, desenvolvimento de carreira e formação de equipes. Ou seja: quando você ouve falar em Tipologia Junguiana no contexto corporativo, na prática está falando da base teórica que deu origem ao MBTI.
DISC e MBTI: principais diferenças
| DISC | MBTI | |
|---|---|---|
| Objetivo | Mede como a pessoa se comporta — estilo de ação e comunicação | Mede como a pessoa prefere perceber o mundo e decidir |
| Aplicação | Rápido, direto, pronto pra uso imediato | Mais extenso, 16 tipos, exige interpretação mais profunda |
| Melhor uso no RH | Recrutamento, formação de times, gestão de conflitos | Desenvolvimento de carreira, liderança de longo prazo |
Dá pra usar os dois juntos?
Sim — e é aí que está o maior ganho. DISC e MBTI não competem entre si: eles respondem perguntas diferentes. Usar o DISC pra decisões rápidas de recrutamento e o MBTI (ou a tipologia junguiana que o sustenta) pra programas de desenvolvimento de liderança dá ao RH uma leitura muito mais completa do que qualquer uma das duas ferramentas sozinha.
Qual escolher para o seu RH?
Se a prioridade é agilidade em processos seletivos ou entender rapidamente o estilo de um colaborador, comece pelo DISC. Se o objetivo é um programa de desenvolvimento de carreira ou liderança mais profundo, vale complementar com a tipologia junguiana. Na dúvida, o ideal é dominar as duas linguagens — e é exatamente aí que entra a formação certa.
Quer sair da teoria e ir pra prática?
Aprenda a aplicar DISC e Tipologia Junguiana no seu RH
A Certificação em Análise de Perfil Comportamental reúne as duas abordagens em 8 horas de conteúdo objetivo e estruturado.
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Blog · Perfil em Ação
DISC ou MBTI: qual teste de perfil comportamental usar no RH?
Duas ferramentas, duas perguntas diferentes — e uma raiz teórica em comum que pouca gente conhece.
Você já ficou na dúvida entre aplicar um teste DISC ou um MBTI na sua empresa? Não é só você. Essas são as duas ferramentas de análise comportamental mais usadas no RH brasileiro — e boa parte dos profissionais acaba escolhendo uma delas sem entender de verdade o que diferencia as duas, ou de onde elas realmente vêm.
Essa confusão custa caro: escolher a ferramenta errada pra um processo seletivo ou pra um programa de liderança pode significar dados que não respondem à pergunta que você precisa responder. Neste artigo, você vai entender o que é cada metodologia, a raiz teórica que conecta as duas e como escolher — ou combinar — a ferramenta certa pro seu contexto.
O que é o DISC?
Metodologia criada pelo psicólogo William Moulton Marston, que mapeia o comportamento em quatro dimensões: Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade. Rápido de aplicar e direto ao ponto — por isso é queridinho do RH em recrutamento, formação de times e liderança.
Já exploramos os 4 perfis aqui →O que é o MBTI?
Inventário de personalidade que classifica as pessoas em 16 tipos, combinando quatro pares de preferências: extroversão/introversão, sensação/intuição, pensamento/sentimento e julgamento/percepção.
O MBTI não nasceu do zero: foi desenvolvido por Katharine Cook Briggs e sua filha Isabel Briggs Myers a partir de Tipos Psicológicos, do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1921).
Jung propôs que as pessoas têm preferências psicológicas inatas — formas características de perceber o mundo e tomar decisões — e Briggs e Myers transformaram essa teoria num instrumento aplicável, hoje amplamente usado em psicologia organizacional, desenvolvimento de carreira e formação de equipes. Ou seja: quando você ouve falar em Tipologia Junguiana no contexto corporativo, na prática está falando da base teórica que deu origem ao MBTI.
DISC x MBTI: principais diferenças
| DISC | MBTI | |
|---|---|---|
| Objetivo | Mede como a pessoa se comporta — estilo de ação e comunicação | Mede como a pessoa prefere perceber o mundo e decidir |
| Aplicação | Rápido, direto, pronto pra uso imediato | Mais extenso, 16 tipos, exige interpretação mais profunda |
| Melhor uso no RH | Recrutamento, formação de times, gestão de conflitos | Desenvolvimento de carreira, liderança de longo prazo |
Dá pra usar os dois juntos?
Sim — e é aí que está o maior ganho. DISC e MBTI não competem entre si: eles respondem perguntas diferentes. Usar o DISC pra decisões rápidas de recrutamento e o MBTI (ou a tipologia junguiana que o sustenta) pra programas de desenvolvimento de liderança dá ao RH uma leitura muito mais completa do que qualquer uma das duas ferramentas sozinha.
Qual escolher para o seu RH?
Se a prioridade é agilidade em processos seletivos ou entender rapidamente o estilo de um colaborador, comece pelo DISC. Se o objetivo é um programa de desenvolvimento de carreira ou liderança mais profundo, vale complementar com a tipologia junguiana. Na dúvida, o ideal é dominar as duas linguagens — e é exatamente aí que entra a formação certa.
Quer sair da teoria e ir pra prática?
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